No dia da Nutricionista, profissional da Nobre Saúde comemora tratamento humanizado e parceria com toda a equipe

Aos 30 anos, a nutricionista Camila Longhi Macarrão sente-se realizada com o seu trabalho na Nobre Saúde. “Eu escolhi ser Nutricionista acima de tudo porque queria cuidar de pessoas. A diferença entre trabalhar em hospital geral e de retaguarda é o contato mais aquecido com os pacientes que temos no de retaguarda. Pelo número de pacientes ser menor, vemos os resultados de perto e falamos com os familiares quase que diariamente”, contou ela, as vésperas de 31 de agosto, quando é comemorado o Dia do Nutricionista em homenagem à data de criação da Associação Brasileira de Nutricionistas (ABN), fundada em 1949.

Além de atender em consultório há alguns anos – ela se formou em 2010 – a profissional traz no currículo a experiência com pacientes crônicos da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital BP de São Paulo. Mestre em Patologia e Especialista em Nutrição Humana, Camila também é professora titular de Nutrição Clínica no Centro Universitário das Faculdades Metropolitanas Unidas (FMU).

“Eu gosto de ser nutricionista porque alimentação é prazer, é estar com a família, é comer o que a gente gosta”, afirmou Camila, explicando que as dietas na Nobre Saúde são personalizadas dentro de um padrão que considera o cardápio do hospital, o que os pacientes podem e o que eles gostam de comer. “Aqui servimos comida normal, como arroz, feijão e bife; comida batida para o paciente que tem dificuldade de engolir e dieta enteral (aquela na por meio de sondas)”, explicou a nutricionista, contando que mesmo nesses casos, tenta com a ajuda de outros profissionais, liberar alimentos via oral para que os pacientes tenham algum prazer nas refeições.

De acordo com ela, um dos diferenciais do trabalho da Nobre Saúde está justamente na perfeita interação entre os profissionais das diversas áreas. “Temos uma comunicação aqui como eu nunca vi, a gente se gosta, e isso é muito importante. Eu não conseguiria fazer esse trabalho sem a parceria com os enfermeiros, fonoaudiólogos e psicólogos. A depressão, por exemplo, influencia diretamente o consumo alimentar o paciente”, afirmou Camila, lembrando com emoção o trabalho conjunto com a fonoaudiologia fez com que conseguisse reintroduzir alimentos a um paciente jovem, que ficou tetraplégico após um acidente de moto e tinha muito risco de engasgar. “Depois de muitos treinamentos, agora ele come tudo pela boca e não usa mais a sonda”, comemorou.

 

Leave a reply